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A Revolução Americana

  • 6 de jul.
  • 2 min de leitura

Os EE.UU nasceram de um movimento "civil" de independência nacional, que tem se desviado para um militarismo que impulsiona idéias marxistas de minorias em conflito com maiorias, deixando de lado a classe média, transferindo bens industriais para China (Comunista).

A opção antes bem clara do Estado de Bem Estar Social em favor da classe média tem sido erodido em favor da militarização da sociedade americana para favorecer a ascensão em menos de 30 anos de um poder "econômico" comunista sem disfarces, ao mesmo tempo em que se observa a decadência moral em ritmo de sexo, drogas e rock-on-roll, além de aborto e casamento homossexual.


O recado do "sistema" americano é claro em relação a um desvio não em relação a direita ou a esquerda, mas em relação a uma sociedade militarizada contra os ideais de independência nacional que eram eminentemente "civil" e constitucionalista em sua essência (a mesmo constituição em 250 anos).


Essa militarização da sociedade americana começou com uma brutal guerra civil, que teve como objetivo principal destruir o poder antes "civil", característica básica do regime constitucionalista nascido em 4 de julho de 1776.


Aí nasce a República feroz que empoderar artificialmente minorias para justificar em última análise o militarismo que não ousa dizer o nome, e isso é marxismo.


A consequência é a ferocidade das minorias, e a institucionalização dos conflitos sociais em direção a uma sociedade que nega valores ocidentais e cristãos, e que ano a ano vem sabotando o Estado de Bem Estar Social de classe média em direção a uma proletarização da sociedade americana baseada na violência social, impulsionado por uma minoria antes barulhenta, hoje raivosa e feroz.


As concessões da sociedade civil americana diante desse militarismo, essencialmente de carácter marxista, tem empurrado os EE.UU para uma sociedade em que o constitucionalismo original dos ideais de 1776 se tornasse obsoleto, criando uma crise de uma maioria desnorteada; entre sua história e o poder "popular" das minorias, jogando os país num imensa contradição entre suas origens e o que se tornaram na realidade de hoje em dia.


Os ideais constitucionalista de 1776, estão sendo apagados lentamente por essa sociedade "civil" que abandona ideais históricos em prol de um militarismo essencialmente marxista de luta de classes, que empodera minorias, destrói a classe média, criando um "Estado" de milionários no poder.


Milionários no poder tornou-se, assim, fruto de uma negociação de um regime oligárquico que troca os ideais constitucionalista pela proletarização da classe média, criando um regime desmoralizado em que democracia tornou-se um puteiro desmoralizado, e milionários no poder justifica plenamente o conflito social, estimulando a ideia de que não existe mais uma maioria histórica, mas sim uma proliferação de minorias que tem como objetivo dividir para conquistar.


E essa conquista é a da China (comunista) empoderada pelo antigo Estado de Bem Estar Social de classe média, que foi lentamente sendo eliminado do contexto social dos EE.UU, justificando plenamente o marxismo militarista, progressista, laico e ateu que se aproxima rapidamente de um certo comunismo Norte Americano.


Pelo professor Ricardo Gomes Rodrigues

São Carlos, sp, Brasil, 6 de julho de 2026



 
 
 

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