
Catarina; A Grande
- 18 de jul.
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A imperatriz da Rússia dos Romanovs nos leva a reflexão de como mulheres ascendem ao poder de fato.
Catarina chegou ao poder por circunstâncias do destino não por herança. Estava predestinada ao poder.
Não estamos aqui falando de uma concessão democrática de poder, mas poder de fato, não de uma mulher exercendo o poder disfarçada de macho lésbico casada com pederasta, mas sim como mulheres exercem através de nossa história poder feminino de fato como mãe e matriz genética de nossa história.
Catarina tornou-se grande por representar esse poder feminino de mãe, símbolo da maternidade, e não por que atirava sua descendência no lixo hospital como símbolo da liberdade sexual "feminina".
Pelo contrário, Catarina (a grande) exerceria seu poder indisputavel por que representava essa feminilidade de "Mãe" de todas as Rússia; hoje em dia perdida na mulher que quer exercer poder nas premissas de um macho casada com um outro macho (pederasta), e isso não dá legítimidade ao poder "feminino", mas pelo contrário corrói a ideia de mulher que se torna macho com ambições de "poder".
Mas a questão então é entender o que se entende pela palavra "poder".
Poder é antes de mais nada "legítimidade", e isso não é concedido, é alçando pela coerência da virtudes que se tornam poder nas premissas civilizatórias arcaicas entre o bem e o mal, entre o sagrado e o profano.
Catarina (a grande) foi um bom exemplo do poder feminino que se legitimou por méritos próprios como símbolo de nossas vacilações entre o profano e o sagrado para ser tornar "mãe" de todas as Rússia, símbolo da matriz genética e de nossa sobrevivência como seres humanos, e não negando essa "virtude" sagrada da concepção e do nascimento como símbolo de nossas continuidade nesse planeta.
Catarina exerceu esse poder "imperial" nesse noção de legitimidade das virtudes da feminilidade, que não é a virtude que legítima um macho no poder, mas sim uma mulher dividida entre o profano e o divino, como acontece com todos nós.
Essas eram as fontes de legitimidade do poder imperial de Catarina, Imperatriz, Mãe e autocrata de todas as Rússias.
Deus salve e guarde sua Majestade Imperial de todas as Rússias, Catarina Romanov.
Pelo Professor Ricardo Gomes Rodrigues
São Carlos, sp, 18 de julho de 2026


























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