
Direitos reprodutivos das mulheres
- 4 de mai.
- 3 min de leitura
Direitos reprodutivos das mulheres?
O que isso significa?
O útero tornou-se propriedade privada de um capitalismo selvagem reprodutivo onde a sexualidade é instrumento de poder que decide quem nasce, ou não, para além de questões éticas e morais.
Que sexo é recreativo e se você não gostou então aborta...
Então, a condição feminina está intimamente ligada ao “direito” a uma sexualidade de uma prostituta que vai com a cara do freguês.
Assim aborto libera a profissão do estorvo de uma vida humana reduzida ao “direito” único de “alguém” decidir sobre o futuro de “outrem”.
Que mundo liberal torpe é esse em que as mulheres norte americanas querem impor aos EE.UU e ao mundo sua visão da reprodução humana como condição moral e ética completamente distorcida de consequências.
A vida humana reduzida a lixo hospitalar! Repulsivo!
Esse é o mundo militarista de uma República feroz nascida de uma guerra civil de eterno confronto onde o foco era a condição da família não dá escravidão que Lincoln usou como desculpa.
E obviamente, esse “direito reprodutivo” das mulheres norte americanas afeta a estrutura das famílias já que de mães tornam-se juízas, e algozes da vida e da morte, e de nossa herança genética.
Quem pode adquirir tal poder e querer transformá-lo em DIREITO?
Esse é o “Estado de Direito” de uma república debochada onde “direito” está nas mãos daquelas que consideram seu útero como propriedade privada, e que não tem que dar satisfação a ninguém do uso que fazem de sua sexualidade.
Que absurdo moral é esse em que os EE.UU estão mergulhados.
As mulheres norte americanas estão num mergulho vertiginoso num abismo moral selvagem e maligno.
No que as mulheres norte americanas se transformaram?
No que os Estados Unidos se transformaram como liderança moral de um “Mundo Livre”?
Os EE.UU tornou-se um país que perdeu totalmente a noção de “valores”, onde nossa herança genética se transformou em direito reprodutivos das mulheres norte americanas sem consequências, e que esse mundo livre que defendem está obviamente livre do pecado, privilegiando o código penal como instrumento que livra as mulheres norte americanas não só dá culpa como de sua responsabilidade como mães, mas que as transformam em proprietárias de um útero reprodutivo.
Direito reprodutivo nos Estados Unidos transformou-se num capitalismo selvagem dos “maus” bem adaptados ao politicamente correto, onde não mais existe pais, mães e filhos, mas uma sexualidade distorcida por gratificação pessoal de mulheres irresponsáveis embaladas no sexo, drogas e rock-on-roll.
Isso se chama prostituição não reprodução humana.
O direito reprodutivo não pertence ao útero de uma mulher ou ao pênis de um homem, mas no produto futuro de um ser humano que nos EE.UU não tem mais futuro já que se transformou nessa República feroz do capitalismo selvagem da reprodução humana de previlegiados de mentes distorcidas impulsionadas pelos sexo como gratificação pessoal sem se importar com consequências morais.
Sexo tem óbvias consequências éticas e morais por que é a base de nossa herança genética e perpetuidade de nossa existência humana.
Ao outorgar-se direitos reprodutivos às mulheres norte americanas, nos jogam todos nós nesse inferno amoral e cretino que os EE.UU estão inseridos como superpotência sem eira nem beira do eterno capitalismo selvagem dos “have” e “have not”, no qual os que estão no útero das mulheres yankees se tornaram “have not”.
Abuso vergonhoso de um país hostil a vida humana dominado por generalas e mulheres soldados.
Um militarismo selvagem de um “Estado Direito” sem pecado
Pelo professor Ricardo Gomes Rodrigues
São Carlos, São Paulo, 4 de maio de 2026

























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